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Finalmente chegamos ao HTML5

Autor:
Data: 20 janeiro 2011
Em: DICA1, HTML5, Web Designer

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Ultimamente, muito se fala sobre HTML5 e sua forma revolucionária de ser escrito e interpretado. Muitos sites mostram como se deve usá-lo, suas vantagens, seus truques e suas particularidades.

Após um pouco de pesquisa o que percebe-se é que estamos, finalmente, aprendendo a escrever HTML, o HTML de verdade, não esse Frankstein que nasceu nas antigas Tabelas e perdurou por muitos anos.

Toda essa agitação sobre essa nova tecnologia mostra que nós desenvolvedores estamos ficando adultos, deixando de ser os “rapazes do site” e finalmente tornando nossa área mais profissional. Podemos observar essa tendência desde o surgimento do famoso Tableless (Sem tabelas), que foi um movimento de exorcismo das tabelas, e de uma hora pra outra, todos passamos a odiar as tabelas, iniciando uma espécie de caça as bruxas.

Então descartamos a tag <table> de nosso dicionário e abraçamos as Divs. Usamos e abusamos das divs, chegando ao ponto de se criar uma tabela (com dados tabulares, óbvio) usando Divs. Com essa nova perspectiva descobrimos que o CSS era muito mais que “mudar a cor do texto” ou “deixar o link bonitinho”, o CSS era a essência de uma página.

Estávamos tentando fazer o certo, mas pelo caminho errado. Então logo fomos aprendendo que o correto não é ser Tableless, e sim Web Standarts, ou Padrões Web. Nome bonito, dava mais prestígio: “Eu desenvolvo em Web Standarts”.

Logo o terreno para o HTML5 estava sendo preparado. Passamos a prestar mais atenção nas outras tags do HTML: H1, H2, P, UL, OL, DT… vimos que se elas existem ,  têm um propósito.

Até que então surge o HTML5. Muitos de início descartaram alegando ser algo “futurista” demais, enquanto outros abraçaram de imediato.  Após a famosa briga entre a Adobe e a Apple, o HTML5 chamou a atenção do mundo. Se o mercado de mobile está crescendo tanto, porque devemos ignorar a tecnologia que nos dá um acesso privilegiado a eles? A partir daí começamos a estudar HTML5.

A mudança que de cara percebe-se é o tamanho do código, é incrível o quanto é possível economizar ao escrever semanticamente, e isso reflete claramente no carregamento da página e na indexação do Google.

De fato, é uma tecnologia inovadora que nos trouxe facilidades, que até então tínhamos que utilizar Scripts e Flash para conseguir(vide as novas firulas dos formulários), mas, acima de tudo, o HTML5 veio para nos ensinar a escrever HTML, onde cada parte da página tem sua tag específica: O logo em um <h1>, o topo no <header>, menu/navegação no <nav>, conteúdo nas <section>, rodapé no <footer> e assim por diante.

Vamos todos aprender HTML5, ele é o futuro, e cá entre nós, quem não quer fazer parte do futuro?

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Framework PHP Pra que?

Autor:
Data: 08 novembro 2010
Em: Framework, Metodologia Ágil

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A utilização de Frameworks por agências web tem sido uma constante, porém ainda existem muitas agências que ainda trabalham e desenvolvem os códigos na unha, como dizem por ai.

Mas afinal, para que serve um framework?

Posso responder essa pergunta de forma bem simples: Um framework serve para  padronizar e agilizar o desenvolvimento de sistemas, além e facilitar o trabalho em equipe.

Sabemos que hoje na maioria das agências web existem 3 classes de profissionais: O designer – Responsável pela criação dos layouts, logotipos e das peças de mídia digital; O Front-End – Responsável pela estruturação dos layouts em HTML, CSS e  JQUERY;  E nosso amigo Programador que faz a parte sistemática de todo o processo, desenvolvendo os sistemas dinâmicos.

Pensando nesse modelo de trabalho vamos falar exatamente da interação entre o Front-End e o Programador que são os membros da equipe responsáveis especificamente pela codificação dos sites.

by mrconguito

Porque Usar um Framework?

É de extrema importância que o trabalho desses profissionais seja rápido e dinâmico. A pior coisa para um programador é ter que arrumar as coisas erradas que o Front-end por um descuido não observou e deixou sem fazer ou fez errado. Isso gera certos desconfortos no ambiente de desenvolvimento.

Por esses e outros motivos é interessante que o profissional Front-end conheça pelo menos a base da linguagem utilizada por sua equipe de trabalho, que no geral é o PHP, lembrando que existem diversas outras linguagens com a mesma finalidade. Algumas delas são: ASP, ASP.NET e Ruby.

Não estou aqui tomando partido dos programadores, estou simplesmente indicando uma forma de trabalho que una a equipe e torne os projetos mais rápidos e com códigos semanticamente corretos.

Quando se trabalha em projetos com prazos curtíssimos o uso de algum framework pode lhe ajudar muito.

Levando em consideração que o PHP ainda é a linguagem utiliza pela maioria dos profissionais de desenvolvimento web, indico 3 frameworks que possuem uma comunidade atuante, facilitando a solução de duvidas:

Cake PHP – http://www.cakephp.com.br
Zend Framework – http://framework.zend.com
Spaghetti PHP - http://spaghettiphp.org

Os frameworks assim como qualquer outra ferramenta de trabalho, deve ser utilizado de forma adequada para que não ocasione prejuízos ao invés de benefícios.

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O quê Karatê Kid ensina a estudantes de programação?

Autor:
Data: 22 setembro 2009
Em: DICA1

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Grande clássico dos cinemas nos anos 80, Karatê Kid tornou divertida a infância de muitas crianças e adolescentes. Dificilmente encontrar alguém que nunca tenha assistido ou ouvido falar do filme, repetido várias vezes pela rede Globo na Sessão da Tarde.

Depois de apanhar 3 vezes do ex-namorado da garota que conheceu e ser salvo da ultima vez por Sr. Miyagi que resolve lhe ensinar Karatê, Daniel se depara com uma situação inusitada, quando chega ao local do treinamento, ao invés de ensinar golpes de artes maciais, Sr. Miyagi lhe dá duas esponjas e um balde d’água para lavar e encerar os carros, com um detalhe, ele teria que esfregar com movimentos circulares utilizando as mãos esquerda e direita.

Estudantes de Programação

No segundo dia Sr. Miyagi manda Daniel lixar madeira, utilizando os mesmos movimentos que utilizou para lavar os carros. No terceiro dia faz ele pintar a cerca fazendo movimentos de baixo para cima com os pulsos. E no quarto dia, Sr. Miyagi sai para pescar e deixa um bilhete dizendo para Daniel pintar toda a casa, com movimentos da esquerda para direita.

Estudantes de Programação

Daniel fica muito irritado com a exploração que o velhinho estava fazendo e resolve questiona-lo. “O senhor disse que iria me ensinar Karatê, ao invés disso fica me explorando.”, então Sr. Miyagi pede para que ele repita os movimentos que havia praticado durante as tarefas, e lhe mostra que tudo aquilo era essencial para o aprendizado do Karatê.

Onde quero chegar

O filme me faz lembrar quando aspiramos ou temos que aprender a programar (Karatê). Na ansiedade e na preguiça, queremos pular muitos princípios básicos e principalmente aquelas aulas de lógica que muitos consideram chatas (Encerar, lixar e pintar).
Todo bom programador sabe da importância de desenvolver a lógica. Desenvolvendo pensamentos organizados e lógicos, fica fácil aprender qualquer linguagem de programação.

Então é bom pensar bem antes de cochilar durante as aulas de lógica e estrutura de dados, elas podem fazer falta em seu sonho de ser um desenvolvedor.

“Não seja afobado, seja ninja” “Encere à direita, lixe à esquerda e pinte para cima e para baixo”. Esta citação tirei do Expressões Regulares – Guia de Consulta Rápida.

Mas fica ai a Dica1, que também estou pondo em prática. O básico é essencial e é a base para o bom aprendizado, seja na programação ou em qualquer coisa que queremos aprender.

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